segunda-feira, 2 de dezembro de 2013
domingo, 1 de dezembro de 2013
Cheira Bem, Cheira a Lisboa - Amália Rodrigues
Lisboa já tem Sol mas cheira a Lua
Quando nasce a
madrugada sorrateira
E o primeiro
eléctrico da rua
Faz coro com as
chinelas da Ribeira
Se chove cheira a terra prometida
Procissões têm
o cheiro a rosmaninho
Nas tascas da
viela mais escondida
Cheira a iscas
com elas e a vinho
(Refrão)
Um craveiro
numa água furtada
Cheira bem,
cheira a Lisboa
Uma rosa a
florir na tapada
Cheira bem,
cheira a Lisboa
A fragata que
se ergue na proa
A varina que
teima em passar
Cheiram bem
porque são de Lisboa
Lisboa tem
cheiro de flores e de mar
Cheira bem, cheira a Lisboa (2x)
A fragata que se ergue na proa
A varina que
teima em passar
Cheiram bem
porque são de Lisboa
Lisboa tem
cheiro de flores e de mar
Uma casa portuguesa - Amália Rodrigues
Numa casa portuguesa fica bem,
pão e vinho sobre a mesa.
e se à porta humildemente bate alguém,
senta-se à mesa co'a gente.
Fica bem esta franqueza, fica bem,
que o povo nunca desmente.
A alegria da pobreza
está nesta grande riqueza
de dar, e ficar contente.
pão e vinho sobre a mesa.
e se à porta humildemente bate alguém,
senta-se à mesa co'a gente.
Fica bem esta franqueza, fica bem,
que o povo nunca desmente.
A alegria da pobreza
está nesta grande riqueza
de dar, e ficar contente.
Quatro paredes caiadas,
um cheirinho à alecrim,
um cacho de uvas doiradas,
duas rosas num jardim,
um São José de azulejo,
mais o sol da primavera...
uma promessa de beijos...
dois braços à minha espera...
É uma casa portuguesa, com certeza!
É, com certeza, uma casa portuguesa!
um cheirinho à alecrim,
um cacho de uvas doiradas,
duas rosas num jardim,
um São José de azulejo,
mais o sol da primavera...
uma promessa de beijos...
dois braços à minha espera...
É uma casa portuguesa, com certeza!
É, com certeza, uma casa portuguesa!
No conforto pobrezinho do meu lar,
há fartura de carinho.
e a cortina da janela é o luar,
mais o sol que bate nela...
Basta pouco, poucochinho p'ra alegrar
uma existência singela...
É só amor, pão e vinho
e um caldo verde, verdinho
a fumegar na tigela.
há fartura de carinho.
e a cortina da janela é o luar,
mais o sol que bate nela...
Basta pouco, poucochinho p'ra alegrar
uma existência singela...
É só amor, pão e vinho
e um caldo verde, verdinho
a fumegar na tigela.
Quatro paredes caiadas,
um cheirinho á alecrim,
um cacho de uvas doiradas,
duas rosas num jardim,
São José de azulejo
mais um sol de primavera...
uma promessa de beijos...
dois braços à minha espera...
É uma casa portuguesa, com certeza!
É, com certeza, uma casa portuguesa!
um cheirinho á alecrim,
um cacho de uvas doiradas,
duas rosas num jardim,
São José de azulejo
mais um sol de primavera...
uma promessa de beijos...
dois braços à minha espera...
É uma casa portuguesa, com certeza!
É, com certeza, uma casa portuguesa!
É uma casa portuguesa, com certeza!
É, com certeza, uma casa portuguesa!
É, com certeza, uma casa portuguesa!
Música: Vasco Matos Sequeira e Artur Fonseca; Letra: Reinaldo
Ferreira
Citações - Clarice Lispector
Renda-se,
como eu me rendi. Mergulhe no que você não conhece como eu mergulhei. Não se
preocupe em entender, viver ultrapassa qualquer entendimento.
sexta-feira, 8 de novembro de 2013
quinta-feira, 7 de novembro de 2013
domingo, 3 de novembro de 2013
Oração II - Madre Teresa de Calcutá "Manda-me alguém para amar"
Senhor, quando tiver fome
manda-me alguém de mão estendida;
quando tiver sede, manda-me alguém
que precise de beber;
quando tiver frio, manda-me alguém
a tiritar de frio;
quando tiver um problema
manda-me alguém para consolar;
quando a minha cruz pesar,
manda-me alguém para eu socorrer.
Quando me sentir abandonada
Manda-me alguém para amar
manda-me alguém de mão estendida;
quando tiver sede, manda-me alguém
que precise de beber;
quando tiver frio, manda-me alguém
a tiritar de frio;
quando tiver um problema
manda-me alguém para consolar;
quando a minha cruz pesar,
manda-me alguém para eu socorrer.
Quando me sentir abandonada
Manda-me alguém para amar
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