sexta-feira, 8 de novembro de 2013
quinta-feira, 7 de novembro de 2013
domingo, 3 de novembro de 2013
Oração II - Madre Teresa de Calcutá "Manda-me alguém para amar"
Senhor, quando tiver fome
manda-me alguém de mão estendida;
quando tiver sede, manda-me alguém
que precise de beber;
quando tiver frio, manda-me alguém
a tiritar de frio;
quando tiver um problema
manda-me alguém para consolar;
quando a minha cruz pesar,
manda-me alguém para eu socorrer.
Quando me sentir abandonada
Manda-me alguém para amar
manda-me alguém de mão estendida;
quando tiver sede, manda-me alguém
que precise de beber;
quando tiver frio, manda-me alguém
a tiritar de frio;
quando tiver um problema
manda-me alguém para consolar;
quando a minha cruz pesar,
manda-me alguém para eu socorrer.
Quando me sentir abandonada
Manda-me alguém para amar
domingo, 6 de outubro de 2013
Citações - Bernard Shaw
Há pessoas que vêem as coisas como elas são e que perguntam a si mesmas: ''Porquê?'' e há pessoas que sonham as coisas como elas jamais foram e que perguntam a si mesmas: ''Por que não?''.
O homem sensato
adapta-se ao mundo. O homem insensato insiste em tentar adaptar o mundo a si.
Sendo assim, qualquer progresso depende do homem insensato.
Grão de incenso - Augusto Gil
Entraste
com ar cansado
Numa igreja fria e triste.
Ajoelhei-me ao teu lado
– E nem ao menos me viste...
Rezei também, mas a ti.
– Que aos anjos também se reza...
Como é que tens tanta fé
E a caridade te falta?...
Numa igreja fria e triste.
Ajoelhei-me ao teu lado
– E nem ao menos me viste...
Ficaste a rezar ali,
Naquela imensa tristeza. Rezei também, mas a ti.
– Que aos anjos também se reza...
Ficaste a rezar até
Manhã dentro, manhã alta. Como é que tens tanta fé
E a caridade te falta?...
Utopia - João Afonso
Cidade
Sem muros nem ameias
Gente igual por dentro
Gente igual por fora
Onde a folha da palma
afaga a cantaria
Cidade do homem
Não do lobo, mas irmão
Capital da alegria
Toma o fruto da terra
É teu a ti o deves
lança o teu desafio
o sorriso, a palavra forte e justa
Homem para quem
o nada disto custa
Será que existe
lá para os lados do oriente
Este rio, este rumo, esta gaivota
Que outro fumo deverei seguir
na minha rota?
Sem muros nem ameias
Gente igual por dentro
Gente igual por fora
Onde a folha da palma
afaga a cantaria
Cidade do homem
Não do lobo, mas irmão
Capital da alegria
Braço que dormes
nos braços do rioToma o fruto da terra
É teu a ti o deves
lança o teu desafio
Homem que olhas nos olhos
que não negaso sorriso, a palavra forte e justa
Homem para quem
o nada disto custa
Será que existe
lá para os lados do oriente
Este rio, este rumo, esta gaivota
Que outro fumo deverei seguir
na minha rota?
Renascer - Ellen Dias
Saio a
caminhar pelas ruas sem saber pra onde vou
O vento me leva,
E pela primeira vez em muitos anos,
Deixo o sol tocar meu rosto.
Me solto e me aventuro pelas ruas,
E vou por aí, sem destino.
Com meus passos guiados pelo sol,
Pois não temo mais a luz
E não preciso mais esconder meu rosto.
No dia mais ensolarado,
O sol mais iluminado
Que já vi.
Das trevas libertado,
De ilusões alforriado,
O dia em que renasci.
Apenas me solto por aí
Me afastando das lembranças
Daquele dia em que morri.
O vento me leva,
E pela primeira vez em muitos anos,
Deixo o sol tocar meu rosto.
Pés na
estrada, incertos,
Porém, os
passos de agora são bem firmes.Me solto e me aventuro pelas ruas,
E vou por aí, sem destino.
Apenas
caminhando,
Sem querer
parar,Com meus passos guiados pelo sol,
Pois não temo mais a luz
E não preciso mais esconder meu rosto.
Saio
finalmente das sombras
E contemplo a
luz do dia,No dia mais ensolarado,
O sol mais iluminado
Que já vi.
O dia em que
vesti-me de mim
E quis sair
por aí,Das trevas libertado,
De ilusões alforriado,
O dia em que renasci.
Já não me
assombra a incerteza,
Já não
enfrento a correnteza,Apenas me solto por aí
Me afastando das lembranças
Daquele dia em que morri.
Ellen Dias,
in Movimento
Literário Novos Poetas (http://movimentonovospoetas.blogspot.com.br/)
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